Arrumo, organizo a minha casa cotidianamente... A experimentação, sobretudo, ajudará a problematizar tanto as noções de patrimônio, quanto a questão da habitação. Buscando a contribuição de artistas para uma ressignificação e recuperação simbólica do espaço em que se vive.
Segundo Nelson e Paxton, improvisação “é uma palavra escorregadia”, muito genérica, exigindo um trabalho de classificação e detalhamento quando essas forem escolhidas para a composição da cena.
Partindo-se da ideia de uma improvisação sem acordos, ou seja os arranjos ocorrem de acordo com a apresentação e a relação que o dançarino/performer faz em tempo real. Esse atual processo de espetacularização/ improvisação vem de encontro para que se repense de que formas podemos ocupar os lugares que permeamos.
Então pensei em propor para essas repúblicas/casas/bares que não gostam ou não tem tempo para arrumar, uma arrumação a la Algodão Choque.
Indo de encontro ao espaço do outro e suas facetas improváveis. Assim, foi o mote para que se pensasse nessa intervenção. Levando ludicidade para esse exercício, para que possivelmente possa gerar um estímulo para a tomada de arrumação dos espaços que foram alterados a partir dessa intervenção.
Ps: A ideia é usar vários recursos midiáticos para registrar tal ação. Então para aquelas residências/bares que permitirem, entregaremos uma autorização para que o responsável assine.
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Fotografias do primeiro faxina performática, na casa da Bárbara Viana na Asa norte, um apartamento com um quarto, cozinha, varanda e banheiro. Além das fotos decorrentes da presença do Faxina Performática surgiu também uma vídeo-dança.
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Fotografias do primeiro faxina performática, na casa da Bárbara Viana na Asa norte, um apartamento com um quarto, cozinha, varanda e banheiro. Além das fotos decorrentes da presença do Faxina Performática surgiu também uma vídeo-dança.




















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